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Numa sala de aula, haviam várias crianças. Quando uma delas perguntou à professora:
- "O que é o amor"?
A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.
As crianças saí¬ram apressadas e ao voltarem, a professora disse:
- "Cada um mostre o que trouxe consigo."
A primeira criança disse:
- "Eu trouxe esta flor, não é linda?"
A segunda criança falou:
- "Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção."
A terceira criança completou: "Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho."
Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido. A professora se dirigiu a ela, e perguntou:
- Meu bem, por que você nada trouxe?
E a criança timidamente respondeu:
- Desculpe, professora. Vi a flor e senti o seu perfume. Pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo.Vi também a borboleta, leve, colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas, ao subir na árvore, notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho.Trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?
A professora agradeceu à criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora a única que percebera que só podemos trazer o amor no "coração"!

Escrito por: (autor desconhecido)
Primeira história

Certa vez, um garoto era levado à sala de emergência de um hospital, após ter sido atropelado. O motorista que o socorreu, ao ser interpelado para efetuar o depósito necessário ao atendimento, informou que não possuía, naquele momento, dinheiro ou cheque que pudesse oferecer em garantia, mas certamente, se o hospital aceitasse, poderia efetuar o depósito na primeira oportunidade. O atendente, na impossibilidade de liberar o atendimento, mas com a vantagem de estar próximo de um dos diretores do hospital, que também era médico, de plantão naquele momento, resolveu consultá-lo.

Todavia, por não ter dinheiro nem garantias para o tratamento, não liberou o atendimento, fato que levou a criança atropelada a falecer. O diretor, novamente chamado para assinar o atestado de óbito do garoto, descobre que este era seu filho, que poderia ter sido salvo se tivesse recebido atendimento.


Segunda história

Antonio, pai de família, certo dia, quando voltava do trabalho, dirigindo num trânsito bastante pesado, deparou com um senhor que dirigia apressadamente. Vinha cortando todo mundo e, quando se aproximou do carro de Antonio, deu-lhe uma tremenda fechada, já que precisava atravessar para a outra pista. Naquela hora, a vontade de Antonio foi de xingá-lo e impedir sua passagem, mas logo pensou: "Coitado...! Se ele está tão nervoso e apressado assim, vai ver que está com um problema sério e precisando chegar logo ao seu destino".

E pensando assim, foi diminuindo a marcha e deixou-o passar. Chegando em casa, Antonio recebeu a notícia de que seu filho de três anos havia sofrido um grave acidente e fora levado ao hospital pela sua esposa. Imediatamente seguiu para lá e, quando chegou, sua esposa veio ao seu encontro e o tranqüilizou-o, dizendo: "Graças a Deus está tudo bem, pois o médico chegou a tempo para socorrer nosso filho. Ele já está fora de perigo". Antonio, aliviado, pediu que sua esposa o levasse até o médico para agradecer-lhe. Qual não foi a sua surpresa quando percebeu que o médico era aquele senhor apressado para o qual ele havia dado passagem!


Esteja sempre alerta para ajudar o próximo, independentemente de sua aparência ou condição financeira. Procure ver as pessoas além das aparências. Imagine que, por trás de uma atitude, existe uma história, um motivo que leva a pessoa a agir de determinada forma.
O problema não é estar em uma cadeira de rodas, que impede a movimentação plena e livre, o problema é fazer das reclamações sem fim, uma cadeira de rodas que limita as atitudes, procurando culpados pelos nossos fracassos, pelos erros que insistimos em cometer...

Não, o problema não é o par de muletas que incomodam e atrapalham demais o ir e vir, o problema são as desculpas para não fazer às mudanças que a vida pede insistentemente, e que por falta de coragem, vamos empurrando, deixando para amanhã, depois e depois, muletas como os vícios que nos matam, amores que maltratam, amizades que só sugam...

O problema, não é a cegueira dos olhos, que impedem de ver o sol, o problema é a cegueira da alma, que impedem de sentir o calor do sol, pois eu te digo que há mais cegos enxergando às possibilidades da vida, que muitos que vêem não conseguem perceber, olham, mas não enxergam, escutam, mas não ouvem, falam, mas não praticam, andam e não chegam a lugar nenhum, carentes da auto-estima, pobres de espírito, deficientes do amor próprio, essa sim, a verdadeira incapacidade de viver.

Pois quem não se ama, não pode amar ninguém, quem não se respeita, não pode exigir respeito, quem se limita, não pode ir além das dificuldades, então, pega a sua caminha de desculpas, o cobertor da mediocridade e joga fora, recomeça atendendo ao chamado do Cristo que pede agora: levanta-te e anda!

"Só vence a estrada, quem dá o primeiro passo!"
Um homem sussurrou: Deus fale comigo.
E um rouxinol começou a cantar
Mas o homem não ouviu.

Então o homem repetiu:
Deus fale comigo!
E um trovão ecoou nos céus
Mas o homem foi incapaz de ouvir.

O Homem olhou em volta e disse:
Deus deixe-me vê-lo
E uma estrela brilhou no céu
Mas o homem não a notou.

O homem começou a gritar:
Deus mostre-me um milagre
E uma criança nasceu
Mas o homem não sentiu o pulsar da vida.

Então o homem começou a chorar e a se desesperar:
Deus toque-me e deixe-me sentir que você está aqui comigo...
E uma borboleta pousou suavemente
Em seu ombro
O homem espantou a borboleta com a mão e desiludido

Continou o seu caminho triste, sozinho e com medo.

Até quando teremos que sofrer para compreendermos
que Deus está sempre aonde está a vida ???
Até quando manteremos nossos olhos
e nossos corações fechados para o milagre da vida
que se apresenta diante de nós em todos os momentos ???
Entro apressada e com muita fome na confeitaria.

Escolho uma mesa bem afastada do movimento, pois quero aproveitar a folga para comer e passar um e-mail urgente para meu editor.

Peço uma porção de fritas, um sanduíche de rosbife e um suco de laranja.

Abro o lap-top.

Levo um susto com aquela voz baixinha atrás de mim.
- Tia, dá um trocado?
- Não tenho menino.
- Só uma moedinha para comprar um pão.
- Está bem, compro um para você.

Minha caixa de entrada está lotada de e-mails.

Fico distraída vendo as poesias, as formatações lindas.

Ah! Essa música me leva a Londres.

- Tia, pede para colocar margarina e queijo também.

Percebo que o menino tinha ficado ali.
- Ok. Vou pedir, mas depois me deixa trabalhar, estou ocupadíssima.

Chega minha refeição e junto com ela meu constrangimento.

Faço o pedido do guri, e o garçom me pergunta se quero que mande o garoto ir "a luta".

Meus resquícios de consciência me impedem de dizer sim. Digo que está tudo bem. Deixe-o ficar. Que traga o pedido do menino.

- Tia, você tem Internet?
- Tenho sim, essencial ao mundo de hoje.

O que é Internet?
- É um local no computador, onde podemos ver e ouvir muitas coisas, notícias, músicas, conhecer pessoas, ler, escrever, sonhar. Tem de tudo no mundo virtual.
- E o que é virtual?

Resolvo dar uma explicação simplificada , na certeza que ele pouco vai entender e vai me liberar para comer minha deliciosa refeição, sem culpas.
- Virtual é um local que imaginamos, algo que não podemos pegar, tocar. É lá que criamos um monte de coisas que gostaríamos de fazer, criamos nossas fantasias, transformamos o mundo em quase como queríamos que ele fosse.
- Legal isso. Adoro!
- Menino, você entendeu que é virtual?
- Sim, também vivo neste mundo virtual.
- Nossa ! Você tem computador?
- Não, mas meu mundo também é desse jeito... Virtual. Minha mãe trabalha, fica o dia todo fora, só chega muito tarde, quase não a vejo, eu fico cuidando do meu irmão pequeno que chora de fome e eu dou água para ele imaginar que é sopa, minha irmã mais velha sai todo dia, diz que vai vender o corpo, mas não entendo pois ela sempre volta com o corpo, meu pai está na cadeia há muito tempo, mas sempre imagino nossa família toda junta em casa, muita comida, muitos brinquedos, ceia de natal e eu indo ao colégio para virar médico um dia. Isso é virtual não é tia?
Diz uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato.

Um mágico teve pena dele e o transformou em gato. Mas aí ele ficou com medo de cão, por isso o mágico o transformou em pantera.

Então ele começou a temer os caçadores.

A essa altura o mágico desistiu.

Transformou-o em camundongo novamente e disse:
Nada que eu faça por você vai ajudá-lo, porque você tem apenas a coragem de um camundongo. É preciso coragem para romper com o projeto que nos é imposto.

Mas saiba que coragem não é a ausência do medo, é sim a capacidade de avançar, apesar do medo; caminhar para frente; e enfrentar as adversidades, vencendo os medos... É isto que devemos fazer.

Não podemos nos derrotar, nos entregar por causa dos medos. Assim, jamais chegaremos aos lugares que tanto almejamos em nossas vidas...
Um velho sábio chinês estava caminhando por um campo de neve quando viu uma mulher chorando.

"Por que choras?", perguntou ele.
"Porque me lembro do passado, da minha juventude, da beleza que via no espelho, dos homens que amei...
Deus foi extremamente cruel comigo porque me deu memória.

Ele sabia que eu ia sempre recordar da primavera da minha vida e chorar".

O sábio ficou contemplando o campo de neve, com o olhar fixo em determinado ponto.

À determinada altura, a mulher parou de chorar.
"O que estás vendo aí?", ela perguntou ao sábio.
"Um campo de rosas", disse ele e continuou:
"Deus foi generoso comigo porque me deu memória.

Ele sabia que, no inverno, eu poderia sempre recordar a primavera, e sorrir".
Eu fui a uma festa, mãe.
Eu lembrei o que você disse.
Você disse para eu não beber e eu não bebi.

Eu me senti orgulhosa de mim, como você disse que eu me sentiria.
Antes de dirigir, eu não bebi, mãe, embora alguns amigos insistissem para que eu bebesse. Eu agi certo, mãe, e sei que você sempre esteve certa.

A festa foi acabando, mãe, e os amigos foram saindo. Quando eu entrei no carro, eu acreditei que logo chegaria em casa e inteira! Isso pôr causa do jeito responsável e doce que você me criou.

Eu dei partida, mãe, e assim que entrei na avenida, um outro carro não me viu, bateu forte e eu fui lançada para fora. Aqui no solo da avenida, enquanto o socorro não vinha, eu escutei um policial dizer que o outro motorista estava bêbado, mãe, e agora sou eu que pago pôr isso.

Estou morrendo aqui, mãe. Eu gostaria que você chegasse logo. Como isso pôde me acontecer, mãe? Minha vida simplesmente se queimar como um balão? Há sangue por toda parte, mãe, e a maior parte é o meu sangue .

Eu agora escuto o médico dizer que morrerei em poucos minutos. Eu só queria lhe dizer, mãe, jurar que eu não bebi! Os outros, sim, mãe. Eles não pensaram. Aquele que me atingiu, provavelmente estava na mesma festa.

A diferença, mãe, é que ele bebeu e eu é que vou morrer. Por que há gente assim, mãe? Eles não percebem que podem arruinar a própria vida? Estou sentindo dores agudas, mãe. O cara que me atingiu está andando e eu não consigo achar isso justo.

Eu morrendo e tudo que ele faz é ficar parado me olhando. Diga ao meu irmão para não chorar e para o papai não ficar bravo comigo. E quando eu partir, mãe, ponha flores do campo no meu sepulcro. Alguém deveria ter avisado esse cara para não beber antes de dirigir. Se ele não tivesse bebido, eu ainda poderia continuar viva!

Minha respiração está enfraquecendo, mãe. Estou ficando com medo.
Por favor, não chore pôr mim, mãe. Sempre que eu precisei, você não falhou. Eu só tenho uma última pergunta, mãe, Antes de me despedir:
- Eu não bebi antes de dirigir, então pôr que sou eu a morrer?

Este é o fim, mãe. Eu gostaria de poder olhar nos seus olhos para dizer estas palavras finais:
- Eu te amo... e... adeus...