Uma das melhores maneiras de melhorar nossa consciência sobre o grau de pro atividade que atingimos é perceber onde concentramos nosso tempo e nossa energia.

Todos temos um amplo espectro de preocupações – saúde, filhos, problemas profissionais e financeiros, a economia do país, dívida externa, guerras, violência, etc... Conforme olhamos para o que se encontra dentro do nosso círculo de preocupações, fica claro que existem coisas sobre as quais não temos controle efetivo, e outras em que podemos interferir.

Essas últimas – que dependem de nossas atitudes e ações – devem ficar dentro dos limites do círculo de influência, um pouco menos. E, ao determinar em qual dos dois círculos concentramos a maior parte de nosso tempo e energia, podemos descobrir muito sobre nosso grau de pro atividade.

As pessoas pro ativas concentram seus esforços no círculo de influência; ou seja, elas cuidam do que podem modificar. As pessoas reativas, por outro lado, concentram seus esforços no círculo das preocupações, e seu foco recai na fraqueza dos outros, ou seja, nas circunstâncias que fogem de seu controle. Esse foco resulta em atitudes acusatórias e lamentações, e postura de eterna vítima...

Enquanto trabalhamos no âmbito do nosso círculo de preocupações, permitimos que os elementos pertinentes a ele nos controlem. Assim, não tomamos as iniciativas pro ativas necessárias para provocar mudanças positivas.
Esta é a história do círculo no qual faltava um pedaço. Grande triângulo fora arrancado. O círculo queria ser inteiro, sem nada faltando, então foi procurar o pedaço perdido. Como estava incompleto e só podia rodar lentamente, admirou as flores ao longo do caminho. Conversou com os insetos. Observou o sol. Encontrou vários pedaços diferentes, mas nenhum deles servia. Então, deixou-os todo na estrada e continuou a busca.

Certo dia, o círculo encontrou um pedaço que se encaixava nele perfeitamente. Ficou tão feliz! Seria inteiro. Incorporou o pedaço que faltava e começou a rodar. Agora que era um círculo perfeito, podia rodar muito rápido, rápido demais para notar as flores e conversar com os insetos.

Quando percebeu como o mundo parecia diferente ao rodar tão depressa, parou, deixou o pedaço na estrada e foi embora rodando lentamente.

Somos mais inteiros quando sentimos falta de algo.

O homem que tem tudo é, sob certos aspectos, um homem pobre. Nunca saberá o que é ansiar, esperar, nutrir a alma com o sonho de algo melhor. Nunca saberá o que é receber de quem ama algo que sempre quis e nunca teve.

Quando aceitarmos que a imperfeição é parte do ser humano, e pudermos, a exemplo do círculo, continuar a rodar pela vida e aprecia-la, teremos adquirido a integridade que todos desejam.

E, finalmente, se formos corajosos o bastante para amar, fortes o bastante para perdoar, generosos para exultar com a felicidade alheia e sábios para perceber que há amor suficiente para todos, então poderemos atingir a plenitude que nenhuma criatura viva atingiu.

Poderemos regressar ao Paraíso.
Perceba que mais um dia começou e, que bom, ele é todo seu. Perceba que você tem o tempo em suas mãos e, mesmo quando atolado em problemas, a vida espera que você tome as decisões para seguir em frente.

Perceba que se você ficar deitado, com medo da vida, com medo até do ar que respira, tudo ao seu redor vai parar. Perceba que você é o capitão de um navio cuja rota e destino dependem de suas atitudes. Perceba que culpar a situação, a crise e as pessoas é a nossa primeira reação de defesa quando sentimos que perdemos o comando do nosso navio, e que para retomar o timão é preciso coragem para assumir as próprias fraquezas, é preciso determinação para seguir na direção certa, determinada por você.

Perceba que a vida o presenteou com inúmeros recursos, como a inteligência e a capacidade de comunicação. Se você usufrui destes recursos, já tem tudo isso e ainda sabe que é um ser privilegiado, então não falta nada, só falta rumo e determinação.

Perceba que todas as pessoas possuem qualidades e defeitos. Sem respeitar o ser humano que luta ao seu lado por dias melhores, o seu navio encalha e atrapalha os outros que estão chegando.

Perceba que a felicidade talvez já não seja mais um porto distante, mas um ponto no horizonte.
Existe um relativo consenso entre os educadores sobre qual é o principal problema dos alunos na escola: a falta de interesse. O tema motivação e aprendizagem tem sido objeto de investigação dos psicólogos educacionais nos últimos anos e o problema da falta de motivação dos estudantes representa um dos maiores desafios à eficácia do ensino.
No ambiente escolar, os estudantes podem buscar ou adotar uma variedade de metas, algumas compatíveis com a aprendizagem e desempenho e outras contrárias. Por exemplo, as metas sociais, fazer amigos, ser bem aceito ou popular; as metas de aprendizagem, obter conhecimentos, buscar níveis mais profundos de aprendizagem; as metas ego ou de performance, ser reconhecido como o melhor, o mais capaz ou, pelo menos, ocultar uma possível falta de capacidade.
Um importante aspecto a ser considerado relaciona-se com a estrutura de meta ou clima de sala de aula criado, sobretudo, em decorrência das diferentes ações do professor como por exemplo, as características das atividades solicitadas, as formas de avaliação, de reconhecimento dos interesses e necessidades dos estudantes, os critérios para formação de grupos, o uso do tempo e o modo como o professor compartilha a autoridade. Tais estruturas influenciam as metas adotadas pelos alunos em relação à escola, aos trabalhos escolares e, de modo geral, em relação a sua educação.

Ensino e Aprendizagem

Em relação ao ensino e a aprendizagem, pode-se dizer que a motivação é fundamental. Sem motivação não existe aprendizagem.
Estar disposto para aprender não significa, necessariamente, que irá ocorrer a aprendizagem significativa, e é fundamental para que isso ocorra, a presença da motivação no aprendiz.
Uma vez motivado, um aprendiz pode aprender, mesmo que com pouca eficiência, sem professor, sem livros, sem escola e sem quaisquer recursos que promovem a aprendizagem, no entanto, mesmo estando cercado de recursos, se não existir alguma motivação de quem aprende, a aprendizagem não acontece.
Motivar significa predispor-se com um comportamento desejado para determinado fim. Os motivos ativam o organismo na tentativa de satisfazer suas necessidades e dirigem o comportamento para um objetivo que suprirá uma ou mais necessidades.

Tipos de motivação

Segundo Novak, existem três tipos principais de motivação no processo de aprendizagem e estes, não são mutuamente exclusivas. Sendo:

1. Motivação por engrandecimento do ego- Ele acontece quando o estudante reconhece que, de um jeito ou de outro, está se saindo bem, isto é, está tendo progresso e demonstrando competência. Provavelmente esse tipo de motivação é o mais eficiente para a aprendizagem pois, é o modo através do qual o indivíduo engrandece sua imagem.
2. Motivação aversiva – Esse tipo de motivação se dá quando o aprendiz se mostra motivado apenas para evitar conseqüências desagradáveis, seja por punição ou por experiências que, de algum modo, desagradam o seu ego.
3. Motivação por impulso cognitivo - O terceiro tipo, citada por Novak é uma conseqüência da motivação por engrandecimento do ego. A necessidade de passar de um ano à outro, se livrar da disciplina para se graduar ou, de alguma forma, progredir ou evitar o fracasso, podem levar à aprendizagem apoiada nesse tipo de motivação considerada como impulso cognitivo.
Para o ensino e a aprendizagem, recomenda-se a preferência pela motivação por engrandecimento do ego, de modo que, as atividades propostas procurem enfatizar a necessidade do crescimento pessoal do estudante como um dos recursos prioritários para seu sucesso como cidadão crítico e integrado no meio em que atua.
Brasileiro é um povo honesto. Mentira.

Já foi; hoje é uma qualidade em baixa. Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso. Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas. O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.
90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira.
Já foi. Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da Guerra do Paraguai ali se instalaram. Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa, e não concordava com o crime. Hoje a realidade é diferente. Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como aviãozinho do tráfico para ganhar uma grana legal. Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3, mas não milhares de pessoas. Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.

O Brasil é um pais democrático. Mentira.

Num país democrático a vontade da maioria é Lei. A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente. Num país onde todos tem direitos, mas ninguém tem obrigações, não existem democracia e sim, anarquia.
Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita. Se tirarmos o pano do politicamente correto veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores). Todos sustentados pelo povo que paga tributos que tem como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar. Democracia isso? Pense nisso!
O famoso jeitinho brasileiro. Na minha opinião um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira. Brasileiro se acha malandro, muito esperto. Faz um gato puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar. No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto… malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí? Afinal somos penta campeões do mundo né? Grande coisa… O Brasil é o país do futuro. Caramba, meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avós se ainda estivessem vivos. Dessa vergonha eles se safaram… Brasil, o país do futuro!? Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.

Deus é brasileiro.

Puxa, essa eu não vou nem comentar… O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira.
Para finalizar tiro minha conclusão: O brasileiro merece!
Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar. Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente. Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta. Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão. Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!
Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?
Arnaldo Jabor.

O senso de Gratidão (Relatado em palestra do Rabino Issocher Frand)

No mês de agosto de 2001, Moshê (nome fictício), um bem sucedido empresário judeu, viajou para Israel a negócios. Na quinta feira, dia nove, entre uma reunião e outra, o empresário aproveitou para ir fazer um lanche rápido em uma pizzaria na esquina das ruas Yafo e Mêlech George, no centro de Jerusalém. O estabelecimento estava superlotado. Logo ao entrar na pizzaria, Moshê percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme fila, se realmente desejasse comer alguma coisa – mas ele não dispunha de tanto tempo. Indeciso e impaciente, pôs-se a ziguezaguear por perto do balcão de pedidos, esperando que alguma solução caísse do céu. Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou-lhe se ele aceitaria entrar na fila na sua frente. Mais do que agradecido, Moshê aceitou. Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião. Menos de dois minutos após ter saído, ele ouviu um estrondo aterrorizador. Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer , o que acontecera.
O jovem disse que um homem-bomba acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro`s. Moshê ficou branco. Por apenas dois minutos ele escapara do atentado. Imediatamente lembrou do homem israelense que lhe oferecera o lugar na fila. Certamente ele ainda estava na pizzaria.
Aquele sujeito salvara a sua vida e agora poderia estar morto. Atemorizado, correu para o local do atentado para verificar se aquele homem necessitava de ajuda, mas encontrou uma situação caótica no local.
A Jihad Islâmica enchera a bomba do suicida com milhares de pregos para aumentar seu poder destrutivo. Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram, sendo seis crianças. Cerca de outras noventa pessoas ficaram ferida, algumas em condições críticas.
As cadeiras do restaurante estavam espalhadas pela calçada. Pessoas gritavam e acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar de alguma forma. Entre feridos e mortos estendidos pelo chão, vítimas ensangüentadas eram socorridas por policiais e voluntários. Uma mulher com um bebê coberto de sangue implorava por ajuda. Um dispositivo adicional já estava sendo desmontado pelo exército.
Moshê procurou seu “salvador” entre as sirenes sem fim, mas não conseguiu encontrá-lo.
Ele decidiu que tentaria de todas as formas saber o que acontecera com o israelense que lhe salvara a vida. Moshê estava vivo por causa dele. Precisava saber o que acontecera, se ele precisava de alguma ajuda e, acima de tudo, agradecer-lhe por sua vida. O senso de gratidão fez com que esquecesse da importante reunião que o aguardava.Ele começou a percorrer os hospitais da região, para onde tinham sido levados os feridos no atentado.
Finalmente encontrou o israelense num leito de um dos hospitais. Ele estava ferido, mas não corria risco de vida. Moshê conversou com o filho daquele homem, que já estava acompanhando seu pai, e contou tudo o que acontecera.Disse que faria tudo que fosse preciso por ele. Que estava extremamente grato àquele homem e que lhe devia sua vida. Depois de alguns momentos Moshê se despediu do rapaz e deixou seu cartão com ele. Caso seu pai necessitasse de qualquer tipo de ajuda, o jovem não deveria hesitar em comunicá-lo. Quase um mês depois, Moshê recebeu um telefonema em seu escritório em Nova Iorque ,daquele rapaz, contando que seu pai precisava de uma operação de emergência em Boston, Massachussets.
Moshê não hesitou. Arrumou tudo para que a cirurgia fosse realizada dentro de poucos dias. Além disso, fez questão de ir ,pessoalmente ,receber e acompanhar seu amigo em Boston, que fica a uma hora de avião de Nova Iorque. Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo senso de gratidão. Outra pessoa poderia ter dito “Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila “
Mas não Moshê. Ele se sentia profundamente grato, mesmo um mês após o atentado. E ele sabia como retribuir um favor. Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu amigo e deixou de ir trabalhar. Sendo assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001.Moshê não estava no seu escritório no 101º andar do World Trade CenterTwinTowers
Ao entrar na escola, a criança, independentemente do domínio da palavra escrita, já é capaz de falar sobre suas experiências e o mundo que a rodeia. Essa expressão é a manifestação de uma leitura da realidade que ela já faz e continuará fazendo, dentro e fora da escola. Para propiciar o desenvolvimento dessa leitura , é preciso que a escola e a sala de aula se transforme num ambiente estimulador das mais variadas situações, o que irá permitir que as crianças manifestem a leitura que fazem do “real” que as cercam, ou seja, manifestem livremente a compreensão e o questionamento que fazem a partir dessa leitura. O trabalho conjunto com outras áreas do currículo como: Educação física, Educação artística, Estudos sociais, Ciências e Matemática. Propiciará o diálogo da criança com a realidade, contribuindo para que ela venha a utilizar diferentes modos de expressão, como participar de jogos dramáticos, a utilizar mímica, dança, música e desenho estarão desenvolvendo a manifestação dessa “leitura do real.” Devendo pois, ter continuidade ao longo de todas as séries procurando assim a escola introduzir a criança no mundo do escrito.
Atrás da leitura do escrito a criança pode reconhecer não só a leitura do real, que ela já faz, mas também estar aberta a outras visões de mundo, com as quais poderá dialogar, modificando, enriquecendo, questionando o texto do “outro” e/ou sua própria realidade. Devendo ocorrer essa iniciação da leitura do escrito através do contato da criança com pequenos textos de duas ou três frases encadeadas, em que as palavras são repetidas e as ilustrações ocupam um espaço maior equivalente ao do texto escrito. Dessa forma ela vai manipular com exatidão o “texto” adquirindo com o tempo maior velocidade no ato de decodificação dos signos lingüísticos, aumentando a sua possibilidade de interação com textos mais intensos.
Ler um “texto” implica não só aprender o seu significado, mas também trazer para esse texto a experiência e a visão de mundo como leitor. E a cada leitura que se faz essa interação dinâmica leitor/texto favorece a produção de um novo texto, dando ensejo à expressão de uma linguagem diferenciada. Ao conceber o ato de ler como um processo dinâmico, naturalmente se está priorizando a formação de um leitor crítico e criativo. É evidente que a formação desse leitor não depende exclusivamente da escola, mas cabe a ela uma parcela da responsabilidade nesse trabalho. Na prática, o que se observa é que a escola não vem desenvolvendo as atividades de leitura dentro dessa perspectiva ampla. Sendo função básica da escola ensinar a ler e a escrever. Ela vem privilegiando a leitura do escrito em detrimento da “leitura do mundo” que a criança já faz e traz para a escola, enfatizando somente o trabalho de levar a criança a adquirir os mecanismos básicos de grafia que lhe permitem o acesso ao mundo do escrito.